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Google lança Nano Banana 2, modelo mais rápido para gerar imagens

Google lança Nano Banana 2, modelo mais rápido para gerar imagens

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Resumo

A Google anunciou o Nano Banana 2, a nova versão do seu modelo de geração de imagens. Segundo a empresa, o modelo — tecnicamente designado Gemini 3.1 Flash Image — consegue produzir imagens mais realistas do que o Nano Banana anterior e, ao mesmo tempo, acelerar o processo de geração.

Com este lançamento, o Nano Banana 2 passa a ser o modelo por defeito na app Gemini para os modos Fast, Thinking e Pro. A Google diz que o objetivo é levar a experiência “rápida” a mais utilizadores sem perder demasiada fidelidade visual.

O Nano Banana 2 herda algumas das características de alta fidelidade do Nano Banana Pro, mas com tempos de geração mais curtos. A Google afirma que o modelo consegue criar imagens entre 512 px e 4K, com diferentes rácios de aspeto, e que aceita pedidos complexos com nuances mais detalhadas.

A atualização não fica confinada ao Gemini. A Google indica que o Nano Banana 2 passa a ser o padrão de geração de imagens também no Flow (a sua ferramenta de edição de vídeo) e no Search, incluindo resultados através do Google Lens e o AI Mode, em 141 países, tanto na app Google como na web (desktop e mobile).

Para subscritores dos planos Google AI Pro e Ultra, a empresa diz que o Nano Banana Pro continuará disponível para tarefas especializadas, através da opção de regenerar imagens no menu de três pontos.

Na pratica

Na prática, a Google descreve o Nano Banana 2 como um equilíbrio entre velocidade e qualidade. O modelo suporta geração em várias resoluções, desde 512 px até 4K, e em diferentes formatos, o que é relevante para quem precisa de outputs para múltiplos destinos (redes sociais, apresentações, assets para edição, etc.).

A empresa destaca capacidades orientadas para “storytelling” e consistência visual. Segundo a Google, o Nano Banana 2 consegue manter consistência de personagem até cinco personagens e preservar a fidelidade de até 14 objetos numa mesma sequência de trabalho, o que pode reduzir o esforço de corrigir variações indesejadas entre imagens.

A Google também afirma que o modelo lida melhor com pedidos mais complexos, incluindo instruções com mais detalhes e nuances. Do lado do resultado visual, a empresa aponta melhorias como iluminação mais vibrante, texturas mais ricas e detalhe mais nítido.

Em termos de acesso, a mudança é ampla: o Nano Banana 2 torna-se o padrão na geração de imagens dentro da app Gemini e também no Flow. No ecossistema de pesquisa, a Google diz que será o default para resultados via Lens e no AI Mode em 141 países, cobrindo utilização na app Google e na web, em vários dispositivos.

Para developers, a Google refere que o Nano Banana 2 ficará disponível em preview via Gemini API, Gemini CLI e Vertex API. Além disso, a empresa indica disponibilidade através do AI Studio e da sua ferramenta de desenvolvimento Antigravity, lançada em novembro.

Contexto

A Google lançou o Nano Banana original em agosto de 2025. De acordo com a notícia, esse lançamento levou pessoas a gerarem milhões de imagens na app Gemini, com destaque para países como a Índia. Em novembro, a empresa apresentou o Nano Banana Pro, descrito como uma opção para imagens mais detalhadas e de maior qualidade.

O Nano Banana 2 surge agora como a nova base (“default”) para a maioria dos fluxos, enquanto o Pro fica reservado a casos especializados para subscritores de planos superiores (Google AI Pro e Ultra), acessível via regeneração no menu de três pontos.

A Google também enquadra o lançamento numa estratégia de proveniência e credenciais. A empresa afirma que todas as imagens criadas pelo novo modelo terão uma marca de água SynthID, o seu identificador para assinalar conteúdo gerado por IA. Adicionalmente, a Google diz que as imagens são interoperáveis com C2PA Content Credentials, um padrão desenvolvido por um organismo da indústria que inclui empresas como Adobe, Microsoft, Google, OpenAI e Meta.

Como sinal de adoção, a Google refere que, desde o lançamento da verificação do SynthID na app Gemini em novembro, as pessoas a utilizaram mais de 20 milhões de vezes.

Porque importa

  • A Google está a tornar um modelo mais rápido o “default” em múltiplos pontos de contacto (Gemini, Flow e Search), o que pode aumentar rapidamente a escala de utilização.
  • A promessa combina ganhos de velocidade com melhorias de realismo e consistência (personagens e objetos), relevantes para fluxos criativos e de “storytelling”.
  • A disponibilidade em preview via APIs e ferramentas (Gemini API/CLI, Vertex, AI Studio e Antigravity) aproxima o modelo de integrações e produtos de terceiros.
  • A marcação via SynthID e a compatibilidade com C2PA reforçam mecanismos de proveniência, num contexto de maior atenção à identificação de media gerado por IA.